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Movimento Desafio de Fôlego mobiliza artistas no combate ao câncer de pulmão O fôlego é fundamental para todos, nas mais diversas atividades. Mas, para quem vive de cantar, a saúde dos pulmões tem prioridade. Por isso, no Mês...

Key Takeaway: SÃO PAULO, 9 de agosto de 2019 /PRNewswire/ -- O fôlego é fundamental para todos, nas mais diversas atividades. Mas, para quem vive de cantar, a saúde dos pulmões tem prioridade. Por isso, no Mês de Conscientização do Câncer de Pulmão, grandes nomes da música brasileira foram des

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SÃO PAULO, 9 de agosto de 2019 /PRNewswire/ -- O fôlego é fundamental para todos, nas mais diversas atividades. Mas, para quem vive de cantar, a saúde dos pulmões tem prioridade. Por isso, no Mês de Conscientização do Câncer de Pulmão, grandes nomes da música brasileira foram desafiados a um dueto especial para chamar a atenção para o combate da doença, que tem entre seus sintomas a falta de ar. Todos eles são ídolos do sambista amador Ailton Ferreira , paciente diagnosticado em 2016, aos 49 anos, sem nunca ter fumado.
Cada um dos artistas gravou com Ailton uma música de seu repertório, fortalecendo o movimento Desafio de Fôlego , que tem o objetivo de discutir o combate ao câncer de pulmão, abordando fatores de risco, sintomas e diagnóstico precoce. Fruto de uma parceria entre o Instituto Vencer o Câncer (IVOC), o Instituto Oncoguia e a Pfizer, o #DesafiodeFolego estreou nas redes sociais no Dia Mundial de Combate ao Câncer de Pulmão.
Os músicos Diogo Nogueira , Péricles e Salgadinho (ex-Katinguelê), assim como grupo Samba da Vela, estão entre os artistas que aderiram à causa. O público também pode participar gravando vídeos com trechos das músicas cantadas pelos artistas e divulgando nas redes sociais com as hashtags da campanha.
Os tumores de pulmão representam um grande desafio para o país, sendo o segundo tipo de câncer mais comum em homens e o quarto em mulheres. Hoje, 16% dos casos são diagnosticados em estágio inicial e a taxa de sobrevida relativa em cinco anos é de 18%, chegando a 15% entre os homens¹, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Por outro lado, quando a doença é identificada em sua fase inicial, essa taxa chega a 56%.
"O câncer de pulmão é uma doença grave que vem crescendo, principalmente entre as mulheres. É importante ficar atento aos sinais, como tosse e falta de ar. O câncer, muitas vezes, não está relacionado ao cigarro", afirma o oncologista Fernando Maluf , fundador do Instituto Vencer o Câncer.
Além do fumo, a exposição à poluição, infecções pulmonares de repetição e aspectos ocupacionais podem favorecer o desenvolvimento do câncer de pulmão¹. Existem, ainda, grupos de pacientes que nunca fumaram e, mesmo assim, apresentam uma predisposição aumentada para a doença. É o caso dos indivíduos com alterações genéticas específicas.
1. Instituto Nacional do Câncer. Acesso em julho de 2019: www.inca.gov.br/estimativa/2018/
2. Instituto Nacional do Câncer . Acesso em julho de 2019: www.cancer.org/cancer/cancer-causes/tobacco-and-cancer/health-risks-of-smoking-tobacco.html .
3. Pelosof L, Ahn C, Horn L, et al: Increasing incidence of never smokers in non small cell lung cancer patients. 16th World Conference on Lung Cancer. Abstract ORAL22.01. Presented September 8, 2015 .
4. World Health Organization. Report on the global tobacco epidemic. Acesso em julho de 2019: https://www.who.int/news-room/detail/26-07-2019-who-launches-new-report-on-the-global-tobacco-epidemic .
5. Soda M, Choi YL, Enomoto M, et al. Identification of the transforming EML4–ALK fusion gene in non-small-cell lung cancer. Nature. 2007;448(7153):561–566. doi: 10.1038/nature05945.
6. Meza R, Meernik C, Jeon J, Cote ML. Lung cancer incidence trends by gender, race and histology in the United States , 1973-2010. PLoS One. 2015 Mar 30;10(3):e0121323
7. World Health Organization. Global Health Observatory. Geneva : World Health Organization; 2018.
Moura Leite Netto [email protected] (11) 3643-2785

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Last updated: Aug 9, 2019