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Estudo mostra que antidepressivo da Pfizer tem baixo risco de provocar disfunção sexual em adultos com depressão Alterações na vida sexual são queixas frequentes entre pacientes tratados com antidepressivos. Mas um estudo americano recém-publicado pela revista...

Key Takeaway: NOVA YORK , 31 de outubro de 2014 /PRNewswire/ -- Alterações na vida sexual são queixas frequentes entre pacientes tratados com antidepressivos. Mas um estudo americano recém-publicado pela revista científica Journal of Clinical Psychiatry demonstrou que o risco de disfunção sexu

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NOVA YORK , 31 de outubro de 2014 /PRNewswire/ -- Alterações na vida sexual são queixas frequentes entre pacientes tratados com antidepressivos. Mas um estudo americano recém-publicado pela revista científica Journal of Clinical Psychiatry demonstrou que o risco de disfunção sexual é baixo durante o tratamento com desvenlafaxina (PRISTIQ ® ), medicamento da Pfizer utilizado para quadros de depressão.
Liderado por pesquisadores da University of Virginia (EUA), o estudo de fase IV, de caráter multicêntrico, randomizado, duplo-cego e placebo-controlado, comparou a eficácia e a tolerabilidade da desvenlafaxina em relação ao placebo em 924 pacientes adultos com depressão tratados com PRISTIQ ® 50 mg/dia e PRISTIQ ® 100 mg/dia.
O resultado primário do trabalho mostrou uma melhora estatisticamente significativa, após oito semanas de tratamento, entre os pacientes tratados com PRISTIQ ® na comparação com o placebo. Esse efeito foi medido pelos 17 itens da Escala de Hamilton (HAM-D17), ferramenta utilizada para avaliar a gravidade dos sintomas depressivos do paciente.
O risco reduzido de disfunção sexual foi um desfecho secundário do estudo, medido utilizando a Arizona Sexual Experiences Scale (ASEX), uma escala que avalia a função sexual de pacientes por meio de cinco elementos fundamentais: desejo sexual, excitação, ereção peniana, lubrificação vaginal, capacidade de atingir o orgasmo e satisfação do orgasmo.
"A disfunção sexual é uma preocupação comum para os pacientes tratados com antidepressivos. Este estudo mostrou que a função sexual foi comparável entre a desvenlafaxina e o placebo", declarou a médica Anita Clayton , principal autora do estudo. "O baixo potencial de disfunção sexual com a desvenlafaxina é encorajador, e médicos e pacientes se beneficiariam de mais estudos sobre o tema", completou a pesquisadora.
Informações à Imprensa: (11) 3643-2954

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Last updated: Oct 31, 2014